Tuesday, May 30, 2017

Movimento LGBT foi fundado por Judeu comunista

Em 14 de maio de 1868 nasceu Magnus Hirschfeld, na cidade de Kolberg, na Alemanha, de uma família judaica.  Hirschfeld foi um dos fundadores do lobby homossexual e criador do termo "racismo".  Hirschfeld estimulou um tamanho desgosto na Alemanha que foi espacando até a morte.

Depois de estudar medicina e filosofia e aberto um consultório médico, Hirschfeld iniciou sua carreira política em 1897, quando fundou o "Comitê Científico Humanitário" (WHK), em Berlim.  WHK foi a primeira organização política para gays na Alemanha, e foi fundado no aniversário de Hirschfeld, 14 de maio.  O objetivo era trabalhar pela abolição que criminalizava o homossexualismo entre os homens.

Em 1919, Hirschfeld fundou o Instituto de Ciência do Sexo, onde concentrou-se em pesquisa científica de desvios sexuais combinada com ação e educação política.  O instituto se tornou um local de encontro para gays e transgêneros ao redor do mundo.  Por exemplo, visitou o Social Democrata Eric Thorsell, um fundador do movimento gay na Suécia, Instituto Hirschfeld, no início da década de 30.  Ao redor, o Instituto aglomerou muitos importantes Judeus Marxistas, como Benedict Friedlander e Kurt Hiller, e o Sionista Albert Einsten.

O próprio Magnus Hirschfeld foi um Marxista e um Comunista.  Ele foi o primeiro apoiador do Partido Social Democrata, mas depois cooperou com o Partido Comunista (KPD), que ele celebrava como uma parte da batalha pela liberação gay.  KPD tentou o Projeto Hirschfeld para abolir a lei que criminalizava o homossexualismo entre os homens.  Isso ocorreu no parlamento Alemão, em 1924.

Hirschfeld engajou-se no Marxismo, assuntos gays e "liberação sexual" generlizada – que também incluía apoio ao feminismo e aborto.  Em Berlim, criou, durante a década de 20, um ambiente homosexual decadente, que sucessivamente levou a formação daquilo que é descrito como o primeiro movimento mundial LGBT.  O movimento homossexual na Alemanha, com Hirschfeld como uma das figuras mais importantes, trabalhou com ardor para fazer de Berlim um local de encontro para os homossexuais de todo o mundo.  Um enxame de saunas e até jornais irrompeu em Berlim, e em 1922 sustentavam na cidade a primeira demonstração gay já vista, que é dita ter reunido 400 participantes.

O que muitos viam como um deliberado ataque na moralidade social criou reações na Alemanha.  Os jornais Nacional-Socialistas Völkischer Beobachter e Der Angriff respondiam e criticavam Hirschfeld em várias ocasiões.  Em 1933, quando os Nacional Socialistas chegaram ao poder, o lobby homossexual foi banido da Alemanha.  Hirschfeld, que fazia uma excursão com palestras nos Estados Unidos logo aprendeu que seu negócio não mais era bem vindo na Alemanha.  O Instituto Hirschfeld foi banido depois de uns meses e estudantes Alemães vandalizaram-no em 1933.  Porém, foram os Aliados que, ironicamente, destruíram a construção durante um bombardeio em 1943.

Hirschfeld foi também um formador de opinião em diferentes conceitos.  Foi Hirschfeld quem cunhou os termos "travesti" (1910) e "transsexual" (1923).  Foi Hirschfeld também que lançou o termo "racismo" a um conjunto amplo de espectadores. Quando os Nacional-Socialistas chegaram ao poder em 1933, Hirschfeld mudou o foco da liberação sexual para "lutar contra o racismo". Ele publicou, no final de 1933, durante seu tempo no exílio, o livro "Rassismus", que foi traduzido para o inglês poucos anos depois.  Isso foi uma tentativa de um estudo científico do racismo, mas a maior parte veio a conter superficialidades polêmicas.

Hirschfeld, que descreveu-se mais como um propagandista do que um cientista, usava os argumentos e explicações que conhecemos hoje.  Hirschfeld disse que a prova que raças não existem é porque "não existe uma raça pura" e destacou o fato que humanos podem cruzar, que de acordo com ele, significa que "há apenas uma raça".  Hirschfeld também argumentava que o "racismo" não é biologic e naturalmente sem qualquer coisa aprendida da tenra idade.

Hirschfeld morreu em 1935, na França.  Seus esforços tiveram um fim abrupto quando os Nacional-Socialistas tomaram o poder na Alemanha, mas poderia ser reiniciados depois que as “forças do bem” ganhassem a Segunda Grande Guerra.  Tendo fornecido locais de encontro para o mundo gay, fazendo campanhas para homossexualismo em público e criado uma arena política para que o lobby homossexual lobby tivesse um comunista Judeu, Hirschfeld teve um profundo impacto no movimento LGBT de hoje.

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